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QUEM
SOMOS

O Teatro Gueroba, com sede no interior de Goiás, na cidade de Ouvidor, conta com artistas de diversas regiões do Brasil. O coletivo une teatro, pensamento crítico e escuta sensível para investigar territórios ameaçados e modos de vida em risco. Gueroba é uma palmeira do Cerrado que resiste ao fogo e rebrota com as chuvas. Primeiro trabalho do grupo, Republikkk ou Encruzilhada Não É Beco, derivado de imersões no Cerrado e visitas a cemitérios da Covid-19 na Amazônia, inaugurou o ciclo Os Brasis de Darcy – Biografias de um País em Extinção, com expedições pela Amazônia, Pantanal, Pampa e Mata Atlântica.

.FICHA 
TÉCNICA
DO GRUPO

Direção: Hercules Morais
Direção de Arte: Clissia Morais
Produção: Ivana Thais e Fernando de Marchi

Dramaturgia: Angela Ribeiro e Hercules Morais
Direção de Movimento: Paulo Victor Gandra
Elenco: Magno Argolo, Paulo Victor Gandra,

Ivana Thais, Hercules Morais e Marcelo Villas Boas

Assistente de Direção: Mariana Brand
Música original, desenho de som e operação: 
Renato Navarro

Figurinista: Sandra Machado
Cenografia e Adereços: Olívio de Oliveira e 
Clara Lindorfer

Iluminador: Docini

.ARTISTAS CRIADORES

Teatro Gueroba

.HerculesMorais

Nasceu em São Paulo, é artista multidisciplinar, filósofo e pesquisador, premiado APCA e Aplauso Brasil. Membro Fundador e diretor do Teatro Gueroba e criador do Instituto REC — Realidade, Estética e Criação, articula estética, memória e política em processos que combinam rigor e escuta social. Doutorando em Medicina (UNIFESP) e Psicologia (UNIZAR), com menção internacional em Oxford; mestre em Psicologia (USP), com base em artes cênicas e filosofia. No teatro, atuou em 16 espetáculos e dirigiu/co-dirigiu 7, além de documentários e instalações imersivas. Egresso do Centro de Pesquisa Teatral (CPT), coordenado por Antunes Filho, aprofunda presença, dramaturgia do corpo e ética da cena. Trajetória internacional na Itália, Espanha e França (ISTA/FLIPT, Centre Pompidou, Museu Picasso). Como gestor, coordenou o Programa Vocacional de São Paulo, a maior política pública de formação artística da América Latina. Atualmente dirige REPUBLIKKK, obra inaugural da tetralogia Os Brasis de Darcy — Biografias de um Brasil em extinção.

Teatro Gueroba

.Ivana Thais

Nascida no interior de Goiás, em Ouvidor, é Produtora Cultural e Atriz, também tem formação em Ciências Sociais pela UFCAT e atua em projetos que unem arte, pesquisa e resistência, conectando pluralidade de saberes e territórios ameaçados do Brasil. Durante sua trajetória realizou estudos artísticos com Julia Varley, Eugênio Barba, Denise Fraga e Hercules Morais. Trabalhou na Mostra Internacional de Teatro de Catalão, Fundação Cultural Maria das Dores Campos e Pracinhas de Cultura.

Teatro Gueroba

.Clissia

Clissia Morais é mineira de Dores do Indaiá e trabalha há mais de 30 anos com produção, direção de arte, decoração de cena e produção de Objetos para cinema, teatro e TV . No Teatro trabalhou com diretores como Francisco Carlos de Almeida, Gabriel Villela, João Falcão, Rodrigo Audi, Hercules Morais, Celso Nunes e Marcelo Romagnolli. No cinema e na TV trabalhou com os diretores como Hector Babenco,  Luiz Fernando Carvalho,  Fernando Meirelles, Heitor Dhalia, Alan Fresnot,  Fábio Barreto, Bruno Barreto, Luis Alberto Pereira,  Tony Venturi,  Lina Chamie, Karim Ainouz,  entre outros. Tem uma longa parceria com diretores de arte como Chico de Andrade, Thales Junqueira,  Fred Pinto, Marcos Pedroso e agora Bel Xavier. Pesquisar, criar e pular no escuro com cada equipe, cada encenador, cada ator, descobrindo através da visualidade as emoções, os personagens e o mundo físico e sensorial em que eles vivem, fazem parte da vida e da motivação desta artista.

Teatro Gueroba

.Paulo Victor Gandra

Ator (Artes Cênicas pela Universidade de Brasília) bailarino e performer pesquisador em Antropologia Teatral e Arquétipos dos Orixás (iniciado Por Augusto Omulú - Odin Teatret/Dança dos Orixás) e das maFESTAções afro-indígenas na cultura popular brasileira em confluencia com o Teatro Performativo desdobrando-se no Método de Treinamento do Ator e Composição Cênica.  Goiano com raízes cultivadas no Cerrado Goyases e Tocantinense, atua profissionalmente na área desde 2010 onde integrou profissionalmente, em Brasilia, espetáculos profissionais sob direção de grandes nomes do Teatro Brasiliense (Marcia Duarte, Giselle Rodrigues, Simone Reis, Alexandre Ribondi). Em São Paulo, integrou obras como “Dzi Croquettes (Direção Ciro Barcellos), “Doc. AAA” (Direção Lee Taylor). Assim como experiências relevantes com Zé Celso (Universidade Antropofaga - Teatro Oficina) e formação em Interpretação para Cinema com Sergio Pena e na Escola Wolf Maya. É Ator e Diretor de Movimento no espetáculo”REPUBLIKKK", em e-terno PresenTear.

Teatro Gueroba

.Angela Ribeiro

Angela Ribeiro é uma atriz paraense, formada pela Escola de Arte Dramática da USP e pelo CPT, dirigida por Antunes Filho, e também é formada em dramaturgia pelo SESI Britsh Council, e recebeu o prêmio Shell de Teatro em 2018 com seu texto “Refluxo”. No cinema, está no elenco dos longas “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, “Biônicos”, de Afonso Poyart, “Cyclone”, de Flávia Castro, “Raquel 11”, de Mari Bastos, “Caju com Pizza” de Francisco Ramalho, “Do Lado de Fora” de Alexandre Carvalho, “A Grávida da Cinemateca” de Christian Sagard, e “Corações Sujos” de Vicente Amorim. Está também em “Valentina”, longa paraense e “Salve Geral Irmandade”, ambos em fase de pós produção. Em séries, pode ser vista em “José e Durval”, “Em séries, pode ser vista em “José e Durval”, “A Mulher da casa abandonada”, “O dia que mudou a minha vida”. Está também em “Pssica” e “Shakespeare atrapalhado”, ambas em fase de pós produção. Atualmente está filmando o longa “Escola Sem Muros”.

Teatro Gueroba

.Renato Navarro

Renato Navarro é compositor, sound designer e pesquisador das sonoridades da cena, mestre em Artes Cênicas pela ECA/USP com a pesquisa “[CE]NA ESCUTA[DA]: Poéticas e aspectos políticos do uso de fones de ouvido na cena contemporânea”. Como engenheiro de som, iniciou seus trabalhos em estúdio em 2002 na produtora A Voz do Brasil de Zé Rodrix, e desde então gravou artistas como Sá & Guarabyra, Arrigo Barnabé, Toninho Ferragutti, Walmir Gil, Coletivo Negro e Melvin Santhana. Como compositor e produtor musical, compôs trilhas sonoras para séries do Canal Brasil produzidas por Luiz Carlos Lacerda, e para cinema, incluindo o filme Virgens (vencedor do prêmio de melhor curta-metragem do festival LABRFF de Los Angeles) e Alfredo Não Gosta de Despedidas (vencedor do prêmio Suzy Capó do 26º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade). No teatro, realizou trabalhos como compositor e sound designer para as companhias Sutil Cia. de Teatro, Teatro de Narradores, Desvio Coletivo, Coletivo Pi, Teatro da Pombagira, Cia. de Teatro Heliópolis (Prêmio Shell na categoria Música para “Cárcere ou Porque as Mulheres Viram Búfalos”), Cia. da Não Ficção e Cia. Teatro do Fim do Mundo, além de trabalhos com Isabel Tica Lemos, Eugênio Lima, Fernando Neves, Dagoberto Feliz, Cia Oito Nova Dança e Janaina Leite. Realizou como performer, diretor e sound designer a intervenção urbana “Est[ação] Marielle”, a performance “BOLObolo....”, apresentada no 4º Ampliterra Festival de Performances, e a performance e instalação sonora "Vocações", realizada no Museu da Língua Portuguesa.

Teatro Gueroba

.Magno Argolo

Natural de Capela/SE, atualmente reside em São Paulo/SP, onde iniciou e consolidou sua formação artística. É formado pela Escola de Arte Dramática da USP (EAD/USP) e também pelo Núcleo de Artes Cênicas (NAC) e pelo Centro de Pesquisa Teatral (CPT).

 

Teatro Gueroba

.Olivio de Oliveirao

Goiano e trabalhador de inúmeros ofícios, artesão da madeira por excelência, tornou-se aderecista do Teatro Gueroba durante a construção do espetáculo Republikkk, por meio da PNAB, que possibilitou a ampliação e o fortalecimento do grupo com novos integrantes. Homem do campo, manifesta sua arte e sua sabedoria ancestral através dos adereços de cena, transformando matéria bruta em poesia concreta. Também assume trabalhos de elétrica. Sua presença no grupo une os saberes da terra à pesquisa artística contemporânea, criando pontes entre a experiência rural e profissionais reconhecidos na arte.
 

Teatro Gueroba

.Sandra Machado

Sandra Machado é goiana e atualmente vive em SP, desde 2001 se dedica exclusivamente à criação e produção de figurinos e de coleções de peças únicas de “artwear”. Possui longa experiência com pesquisa de campo em Etnobiologia e na criação de programas de Educação Ambiental para projetos de pesquisa que envolviam comunidades indígenas, especialmente com os Kayapós. Utiliza sempre, em tudo que faz, a educação e a conscientização ambientais, bem como a valorização da cultura e dos conhecimentos dos povos indígenas e das populações tradicionais — ribeirinhos, caiçaras, caboclos e caipiras. Para Sandra, o melhor dos mundos é poder transformar cada obra de figurino também em uma oficina de produção de adereços e vestimentas, utilizando materiais recicláveis e reutilizáveis, reinserindo-os em um novo ciclo de vida. Busca sempre pares que compartilhem da mesma consciência e dos mesmos valores.

Teatro Gueroba

.Docini

Criador de mundos, contador de histórias e fazedor de luzes. Um artista que dança entre palcos, salas de aula e corações. Ator, diretor, iluminador, arte-educador, capoeirista, multi-instrumentista e um eterno curioso. Sua arte é feita de encontros: entre o corpo e a voz, a luz e a sombra, o riso e a reflexão. Iluminador do grupo Gueroba estreou em Goiás com Republikkk. Em SP em 2025 ganhou o prêmio APCA com espetáculo A Botija, e está em cartaz em 2026 com a peça “Um Amigo Não Imaginário” da cia Navega Jangada de Teatro.

Teatro Gueroba

.Clara

Clara Lindorfer é arquiteta e cenógrafa, com formação internacional pelo Politécnico de Milão e trajetória voltada à criação de artes gráficas e espaços narrativos. Entre o cinema, o audiovisual e o teatro, desenvolve cenários que articulam arquitetura, imagem e dramaturgia. Atuou em diversos projetos de filmes e séries nacionais e internacionais, colaborando na construção de universos ficcionais que vão do íntimo ao espetacular. Seu trabalho combina rigor técnico, sensibilidade visual e atenção ao espaço como elemento vivo da narrativa.

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.Marcelo Villas Boas

Marcelo Villas Boas começou sua carreira e formação como ator em 2005 quando passou a integrar o CPT - Centro de Pesquisa Teatral do SESC. Atuou em “A Pedra do Reino” de Ariano Suassuna e “Senhora dos Afogados” de Nelson Rodrigues, ambas peças sob a direção de Antunes Filho. Trabalhou também como ator com os diretores Vanessa Bruno (“E Agora João”), Arieta Correa / Ederson José (“Macbeth”), Edilson Castanheira, (Grupo Caldeirão), Felipe Hirsch (“O Rigoletto”), Eric Lenate (“Vestido de Noiva”, “Sit Down Drama” e “Amor de Mãe), Yara de Novaes (“O Capote”), Fábio Mazzoni (“Abra a Janela Antes de Começar”), Emerson Danesi (“Lamartine Babo”), Zé Henrique de Paula (“Dogville” e “No Coração do Mundo”), Marcos de Andrade (“45 Graus” e “Não Te Pareço Vivo?”), Johana Albuquerque (“Volpone” e “Desmscarados, uma Desomenagem aos Reis da Vela do Séc. XXI”) e Thiago Baleiro (“Macbeth”). Atuou em alguns curtas metragens e no cinema participou de ”Blindness“ de Fernando Meirelles. Atualmente faz parte do Màli Teatro, coletivo comandando por Marcos de Andrade, e também compõe o NAC (Núcleo de Artes Cênicas) dirigido e coordenado por Lee Taylor.

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.Mariana Brand

Mariana Brand é artista, educadora e pesquisadora da área de Artes, com atuação em teatro, danças brasileiras e arte-educação. É formada em Teatro pelo Teatro Escola Macunaíma, licenciada em Teatro pela UNESP e especialista em Arte-Educação pela ECA-USP, onde atualmente desenvolve mestrado em Arte-Educação. Sua pesquisa investiga práticas artístico-pedagógicas baseadas em tradições populares brasileiras, com foco nas danças pernambucanas e no Grupo Frevo, Capoeira e Passo, de Olinda. Iniciou sua trajetória no teatro amador em Itapevi e, em São Paulo, integrou processos formativos em espaços como o Núcleo de Artes Cênicas e a Companhia Mungunzá de Teatro, além de fundar a Companhia Teatro do Acontecimento. Desde 2019, atua como professora de teatro em escolas públicas por meio de projetos e institutos culturais. Entre 2022 e 2024, residiu em Recife, onde trabalhou como professora bilíngue e aprofundou sua vivência em manifestações populares como frevo, maracatu, cavalo marinho, afoxé, caboclinho, ciranda e côco, atuando também como produtora e dançarina do grupo Frevo, Capoeira e Passo. Sua prática artística e pedagógica fundamenta-se no cuidado, no respeito às subjetividades e territórios e na criação compartilhada.

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.Fernando de Marchi

Ator e produtor cultural com mais de quinze anos de trajetória, Fernando de Marchi é fundador da De Marchi Produções Artísticas, atuando na estruturação, realização e circulação de projetos com alcance nacional e internacional. Ao longo de sua carreira, participou da produção de espetáculos como Fábulas de um Sótão (César Baptista), Oliver Twist e Agora Eu Era o Herói (Rodrigo Audi), Kansas e Depois do Nada (Gabriela Mellão), Huis Clos – A Portas Fechadas (Jean-Paul Sartre, direção de Diego Moschkovich), Vincent Willem van Gogh (Alexandre Ferreira), A Geladeira e As Estrelas Cadentes do Meu Céu São Feitas de Bombas do Inimigo (Nelson Baskerville), além de trabalhos desenvolvidos em parceria com grupos como Cia Um de Teatro, Cia Provisório-Definitivo, AntiKatártiKa Teatral (AKK), Cia de Teatro Práxis e Le Plat du Jour.

 

Em 2019, assinou a direção de produção de Dom Quixote, da Cia Um de Teatro, espetáculo vencedor do Prêmio APCA na categoria Melhor Espetáculo e contemplado pelo Prêmio Cleyde Yáconis.

Produção:

Teatro Gueroba

Realização:

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Este projeto foi contemplado pelo edital de Fomento à Manutenção continuada de grupos e companhias artísticas Nº 16/2024

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